"Entrai pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que levará à perdição, e muitos são os que entram por esse caminho. Porque estreita é a porta e difícil o caminho que conduzem à vida, apenas uns poucos encontraram esse caminho." (Mateus 7:13-14)
A vida cristã (ou o nome que você queira dar) não é feita de fórmulas, regras, conceitos ou estratégias humanas. A trajetória da vida em Cristo deverá ser estabelecida por princípios contidos na Palavra de Deus.
Através dos versículos acima podemos ver com clareza dois destes princípios que vão nortear nossa vida.
Em primeiro lugar a Palavra diz que a Porta é estreita, isto significa que para entrarmos por esta Porta precisaremos nos ajustar à esta porta.
Por outro lado, além de uma experiência de mudança precisamos também de trilhar um Caminho de mudanças, pois o Caminho é estreito e difícil.
Muitos imaginam que a experiência da Porta é a grande e definitiva experiência que os levará ao propósito de Deus para suas vidas, porém precisamos entender que a Porta é a entrada para o Caminho (processo) que nos levará ao propósito.
É no Caminho, que através do Espírito Santo, Deus nos muda dia a dia. Esta mudança é progressiva e a medida que permitimos e somos maleáveis Deus faz a obra em nós.
Se você já entrou pela porta, agora é tempo de permitir que o Espírito Santo o conduza neste caminho (apesar de doloroso em algumas vezes) que nos leva ao propósito eterno de Deus.
Através de algumas declarações de Jesus poderemos entender melhor tudo isto:
"Eu sou a porta. Qualquer pessoa que entrar por mim, será salva. Entrará e sairá; e encontrará pastagem." (João 10:9)
"Assegurou-lhes Jesus: "Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14:6)
Oswaldo Pinho
Minha intenção é de compartilhar reflexões que ouvi, li e compartilhei, não fazendo grandes ou novas revelações, mas simplesmente repartir meu coração. Com certeza muitas delas você já deve ter ouvido, falado ou lido em algum lugar. Quero que este espaço seja uma ferramenta para dividir o que Deus tem falado comigo.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
CADA ÁRVORE É CONHECIDA PELO SEU FRUTO
"Não existe árvore boa produzindo mau fruto; nem inversamente, uma árvore má produzindo bom fruto. Pois cada árvore é conhecida pelos seus próprios frutos. Não é possível colher-se figos de espinheiros, nem tampouco, uvas de ervas daninhas. Uma pessoa boa produz do bom tesouro do seu coração o bem, assim como a pessoa má, produz do mal que está em seu íntimo, pois a boca fala do que esta repleto o coração." (Lucas 6:43-45)
Jesus neste provérbio faz a separação da "árvore boa" e da "árvore má". Estas duas árvores produzem respectivamente dois tipos de fruto diferentes.
Jesus aqui nos ensina como reconhecermos uma pessoa e nos mostra que não é por aquilo que ela aparenta ser, e sim, por aquilo que ela realmente e´.
Somos tentado em todo tempo a julgarmos pelo exterior, este tem sido um erro comum mesmo para os filhos de Deus.
Muitos hoje se preocupam mais com o tamanho e aparência da "árvore" do que com a qualidade e procedência dos seus frutos.
Estamos sempre definindo as pessoas, os ministérios ou qualquer tipo de "obra", pelas conquistas e resultados aparentes. Porém no texto abaixo Jesus define que todas as coisas serão desmascaradas no fim das contas.
"Nem todo aquele que diz a mim: "Senhor, Senhor!" Entrará no Reino dos Céus, mas somente o que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos dirão a mim naquele dia: "Senhor, Senhor!" Não temos nós profetizado em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios? E, em teu nome, não realizamos muitos milagres? Então lhes declararei: Nunca os conhece. Afastai-vos de minha presença, vós que praticais o mal." (Mateus 7:21-23)
Não importa se aquilo que você faz esta recheado de: "boas intenções", piedade, boa religião, e, em nome de Jesus; tudo isso pode ser rejeitado, pois o fruto é qualificado por sua origem e não por sua aparência.
"Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom, ou a árvore má e o seu fruto mau; pois uma árvore é conhecida pelo seu fruto. Raça de víboras! Como podeis falar coisas boas sendo maus? Pois a boca fala do que está cheio o coração. Uma boa pessoa tira do seu bom tesouro coisas boas; mas pessoa má, tira do seu tesouro mau, coisas más. Por isso, vos afirmo que de toda a palavra fútil que as pessoas disserem, dela deverão prestar conta no Dia do Juízo. Porque pelas tuas palavras serás absolvido e pelas tuas palavras serás condenado!" (Mateus 12:33-37)
Se lermos com cuidado este texto acima veremos que aqui acaba todo o conceito de que os frutos que Jesus menciona nestas parábolas falam de: quantidade de membros (ou o nome que você queira chamar), tamanho de ministério ou de influência.
Fica claro que Jesus estava falando de nossas escolhas, nossas atitudes, do fruto de um caráter transformado e tratado pelo processo da caminhada com Ele, pois o fruto sempre será o resultado da natureza específica da árvore.
Todavia, só conseguiremos dar frutos e bons frutos quando estivermos (como ramos) totalmente ligados na verdadeira "Boa Árvore".
"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, Ele retira; e todo que dá fruto, Ele limpa, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais limpos, pela Palavra que Eu vos tenho transmitido, permanecei em mim, e Eu permanecerei em vós. Nenhum ramo pode produzir fruto por si mesmo, se não estiver ligado à videira. Vós igualmente não podeis dar fruto por vós mesmos, se não permanecerdes unidos a mim." (João 15:1-4)
Oswaldo Pinho
Jesus neste provérbio faz a separação da "árvore boa" e da "árvore má". Estas duas árvores produzem respectivamente dois tipos de fruto diferentes.
Jesus aqui nos ensina como reconhecermos uma pessoa e nos mostra que não é por aquilo que ela aparenta ser, e sim, por aquilo que ela realmente e´.
Somos tentado em todo tempo a julgarmos pelo exterior, este tem sido um erro comum mesmo para os filhos de Deus.
Muitos hoje se preocupam mais com o tamanho e aparência da "árvore" do que com a qualidade e procedência dos seus frutos.
Estamos sempre definindo as pessoas, os ministérios ou qualquer tipo de "obra", pelas conquistas e resultados aparentes. Porém no texto abaixo Jesus define que todas as coisas serão desmascaradas no fim das contas.
"Nem todo aquele que diz a mim: "Senhor, Senhor!" Entrará no Reino dos Céus, mas somente o que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos dirão a mim naquele dia: "Senhor, Senhor!" Não temos nós profetizado em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios? E, em teu nome, não realizamos muitos milagres? Então lhes declararei: Nunca os conhece. Afastai-vos de minha presença, vós que praticais o mal." (Mateus 7:21-23)
Não importa se aquilo que você faz esta recheado de: "boas intenções", piedade, boa religião, e, em nome de Jesus; tudo isso pode ser rejeitado, pois o fruto é qualificado por sua origem e não por sua aparência.
"Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom, ou a árvore má e o seu fruto mau; pois uma árvore é conhecida pelo seu fruto. Raça de víboras! Como podeis falar coisas boas sendo maus? Pois a boca fala do que está cheio o coração. Uma boa pessoa tira do seu bom tesouro coisas boas; mas pessoa má, tira do seu tesouro mau, coisas más. Por isso, vos afirmo que de toda a palavra fútil que as pessoas disserem, dela deverão prestar conta no Dia do Juízo. Porque pelas tuas palavras serás absolvido e pelas tuas palavras serás condenado!" (Mateus 12:33-37)
Se lermos com cuidado este texto acima veremos que aqui acaba todo o conceito de que os frutos que Jesus menciona nestas parábolas falam de: quantidade de membros (ou o nome que você queira chamar), tamanho de ministério ou de influência.
Fica claro que Jesus estava falando de nossas escolhas, nossas atitudes, do fruto de um caráter transformado e tratado pelo processo da caminhada com Ele, pois o fruto sempre será o resultado da natureza específica da árvore.
Todavia, só conseguiremos dar frutos e bons frutos quando estivermos (como ramos) totalmente ligados na verdadeira "Boa Árvore".
"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, Ele retira; e todo que dá fruto, Ele limpa, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais limpos, pela Palavra que Eu vos tenho transmitido, permanecei em mim, e Eu permanecerei em vós. Nenhum ramo pode produzir fruto por si mesmo, se não estiver ligado à videira. Vós igualmente não podeis dar fruto por vós mesmos, se não permanecerdes unidos a mim." (João 15:1-4)
Oswaldo Pinho
terça-feira, 13 de outubro de 2015
SENTIDO DA VIDA
"Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que cheguem os dias difíceis e se aproximem os dias da velhice em que dirás: "Não tenho mais satisfação em meus dias!" Antes que a luz do sol, da lua e das estrelas percam o brilho aos teus olhos, e penses que as nuvens carregadas de chuva jamais se afastarão de ti; quando os guardas da casa caminharem trêmulos, e os homens fortes andarem encurvados: quando cessar o trabalho diário dos moedores, por já serem poucos, e os que olham pelas janelas enxergarem apenas sombras e figuras turvas; quando as portas da rua se fecharem; quando o ruído do moinho diminuir muito e te despertares com o simples canto dos pássaros; mas o som de todas as canções te parecer fraco e distante; quando temeres a altura e te aterrorizares com os perigos das ruas; quando florir a amendoeira, o gafanhoto se transformar em um grande peso e perderes o gosto por quase tudo. Então é tempo de o ser humano se recolher à sua morada eterna, e os pranteadores caminharem pelas ruas chorando a tua partida. Sim, com certeza, lembra-te de Deus, antes que se rompa o cordão de prata, ou se quebre a taça de ouro; antes que o cântaro se despedace junto à fonte, a roda se quebre junto ao poço; o pó retorne à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o concedeu. "Que absurdo! Que futilidade! Tudo é ilusão, vaidade!" exclama o sábio. E finaliza: "Nada faz sentido! Tudo é inútil." (Eclesiastes 12:1-8)
"Agora que já se disse tudo, eis aqui a conclusão a que chegamos: ama reverentemente a Deus e obedece aos seus mandamentos; porquanto foi para isso que fomos criados. Porque Deus conduzirá a Juízo tudo quanto foi realizado e até mesmo o que ainda está escondido; quer seja bem, quer seja mal. (Eclesiastes 12:13-14)
Salomão no final de sua vida fez uma análise de suas experiências e chegou a uma conclusão sobre o verdadeiro sentido da vida.
Salomão chegou a conclusão de que tudo que tentou, testou ou procurou era sem sentido. Esta conclusão não foi de qualquer um e sim de alguém que teve "tudo".
Muitas vezes nos sentimos desapontados, vazios e desiludidos; não conseguimos entender o sentido de nossos dias e temos o mesmo sentimento do sábio: estamos correndo atrás do vento (experiências naturais e deste mundo)
Estas experiências inicialmente são maravilhosas, nos dão uma sensação de prazer, realização e felicidade. Porém, quando olhamos para o resultado disto tudo, quando olhamos para o nosso interior, a única coisa que percebemos é uma vida oca e vazia, uma vida sem sentido.
O verdadeiro sentido de nossas vidas não está naquilo que realizamos de forma natural e sim no cumprimento do propósito de Deus para cada um de nós.
Creio que existem duas revelações que podem nos ajudar a compreender um pouco o sentido de nossa existência aqui neste mundo.
1ª Revelação: Somos Peregrinos e Forasteiros neste mundo
"Amados, insisto em que, como estrangeiros e peregrinos no mundo, vocês se abstenham dos desejos carnais que guerreiam contra a alma." (1 Pedro 2:11)
Abraão entendeu bem isso quando deixou a única terra que ele conhecia. Não sabia onde estava indo, todavia sabia o que estava procurando. "Ele esperava a cidade que tem fundamentos (base, alicerce, motivo, razão)" (Hebreus 11:9-10)
A revelação que existe uma morada, uma cidade que nos espera, será, como foi para Abraão, nossa âncora, nosso alvo a perseguir. Este é o entendimento que dá sentido para várias coisas que passamos neste tempo de peregrinação. Porém, este entendimento só virá pela fé, pois esta cidade não é deste mundo e a fé é a porta que Deus providenciou para entrarmos nesta cidade.
Abraão (como nós) não estava perdido, ele sabia o que procurava. Ele procurava uma cidade onde não seria peregrino e nem forasteiro.
2ª Revelação: Qual o propósito (missão) de Deus para nós neste tempo de peregrinação
João Batista é um modelo para nossa passagem por este mundo, o foco de toda vida e missão dele era revelar (apontar) para o Cordeiro de Deus.
Como João Batista temos que entender claramente nossa missão neste tempo de peregrinação aqui neste mundo e esta missão é: através da nossa vida (que é o nosso testemunho) apontar para o Cordeiro de Deus.
Não precisamos de grandes argumentos teológicos, e nem de grandes conhecimentos bíblicos para cumprir nossa missão neste mundo; precisamos simplesmente apontar através de nossas atitudes, motivações e estilo de vida para o Cordeiro de Deus.
"No dia seguinte, João estava outra vez na companhia de dois dos seus discípulos e, observando que Jesus passava, disse: "Eis o Cordeiro de Deus." (João 1:35-36)
Quando levarmos as pessoas a Jesus e não apenas à "igreja" ou a uma doutrina, estaremos cumprindo o propósito de nosso chamado.
E, quando temos a revelação deste propósito para nossa existência, temos também alegria e contentamento, pois entendemos que: Todas as coisas irão cooperar para o cumprimento deste propósito.
Oswaldo Pinho
"Agora que já se disse tudo, eis aqui a conclusão a que chegamos: ama reverentemente a Deus e obedece aos seus mandamentos; porquanto foi para isso que fomos criados. Porque Deus conduzirá a Juízo tudo quanto foi realizado e até mesmo o que ainda está escondido; quer seja bem, quer seja mal. (Eclesiastes 12:13-14)
Salomão no final de sua vida fez uma análise de suas experiências e chegou a uma conclusão sobre o verdadeiro sentido da vida.
Salomão chegou a conclusão de que tudo que tentou, testou ou procurou era sem sentido. Esta conclusão não foi de qualquer um e sim de alguém que teve "tudo".
Muitas vezes nos sentimos desapontados, vazios e desiludidos; não conseguimos entender o sentido de nossos dias e temos o mesmo sentimento do sábio: estamos correndo atrás do vento (experiências naturais e deste mundo)
Estas experiências inicialmente são maravilhosas, nos dão uma sensação de prazer, realização e felicidade. Porém, quando olhamos para o resultado disto tudo, quando olhamos para o nosso interior, a única coisa que percebemos é uma vida oca e vazia, uma vida sem sentido.
O verdadeiro sentido de nossas vidas não está naquilo que realizamos de forma natural e sim no cumprimento do propósito de Deus para cada um de nós.
Creio que existem duas revelações que podem nos ajudar a compreender um pouco o sentido de nossa existência aqui neste mundo.
1ª Revelação: Somos Peregrinos e Forasteiros neste mundo
"Amados, insisto em que, como estrangeiros e peregrinos no mundo, vocês se abstenham dos desejos carnais que guerreiam contra a alma." (1 Pedro 2:11)
Abraão entendeu bem isso quando deixou a única terra que ele conhecia. Não sabia onde estava indo, todavia sabia o que estava procurando. "Ele esperava a cidade que tem fundamentos (base, alicerce, motivo, razão)" (Hebreus 11:9-10)
A revelação que existe uma morada, uma cidade que nos espera, será, como foi para Abraão, nossa âncora, nosso alvo a perseguir. Este é o entendimento que dá sentido para várias coisas que passamos neste tempo de peregrinação. Porém, este entendimento só virá pela fé, pois esta cidade não é deste mundo e a fé é a porta que Deus providenciou para entrarmos nesta cidade.
Abraão (como nós) não estava perdido, ele sabia o que procurava. Ele procurava uma cidade onde não seria peregrino e nem forasteiro.
2ª Revelação: Qual o propósito (missão) de Deus para nós neste tempo de peregrinação
João Batista é um modelo para nossa passagem por este mundo, o foco de toda vida e missão dele era revelar (apontar) para o Cordeiro de Deus.
Como João Batista temos que entender claramente nossa missão neste tempo de peregrinação aqui neste mundo e esta missão é: através da nossa vida (que é o nosso testemunho) apontar para o Cordeiro de Deus.
Não precisamos de grandes argumentos teológicos, e nem de grandes conhecimentos bíblicos para cumprir nossa missão neste mundo; precisamos simplesmente apontar através de nossas atitudes, motivações e estilo de vida para o Cordeiro de Deus.
"No dia seguinte, João estava outra vez na companhia de dois dos seus discípulos e, observando que Jesus passava, disse: "Eis o Cordeiro de Deus." (João 1:35-36)
Quando levarmos as pessoas a Jesus e não apenas à "igreja" ou a uma doutrina, estaremos cumprindo o propósito de nosso chamado.
E, quando temos a revelação deste propósito para nossa existência, temos também alegria e contentamento, pois entendemos que: Todas as coisas irão cooperar para o cumprimento deste propósito.
Oswaldo Pinho
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
BABEL OU PENTECOSTES
Você já reparou que em Babel Deus separou os homens para que
eles não falassem a mesma língua. Ali Deus confundiu a língua dos homens, pois
não queria que o homem conseguisse a “Unidade” por sua própria força e razão.
Em Pentecostes Deus reúne os homens e através do Seu Espírito
permite que os homens se entendam através deste Espírito. Aqui Deus ensina a
verdadeira Unidade construída pela base certa.
A grande diferença entre Babel (Árvore do Conhecimento) e a
Igreja (Árvore da Vida) é que na primeira vemos o homem como centro e na
segunda vemos Cristo como centro. Na primeira vemos o homem agindo e na segunda
vemos o homem deixando o Espírito Santo agir. Na primeira vemos o homem
tentando edificar segundo seus propósitos e na segunda vemos Deus liberando Seu
propósito para que o homem possa agir.
O homem tem tentado criar formas e fórmulas para trazer a
unidade através das obras de sua mão. Por mais bem-intencionado que o homem
seja, nenhuma forma humana de trazer o entendimento e a unidade entre os homens
trará qualquer tipo de resultado, pois a verdadeira e real forma de unidade só
pode ser alcançada em Cristo e para Cristo.
“Para que todos sejam um como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em
ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me
enviaste.” (João 17:21)
A igreja que o homem tem tentado edificar através da obra de
suas mãos tem estado em constante confusão de línguas (entendimento). Todavia,
a Igreja que o Senhor está edificando através da Obra do Espírito agindo em
liberdade no homem, irá se manifestar ao mundo através da sua unidade.
Esta unidade não será baseada em alianças e acordos humanos,
ela será baseada em Cristo (a Rocha), Aquele que mantém todas as coisas unidas
através do Seu Espírito.
A unidade feita baseada na obra do homem sempre será uma
outra forma de construir e perpetuar a Torre de Babel.
Creia, que nenhuma obra, por mais sincera e com boas
intenções que seja, conseguirá realizar aquilo que é Obra exclusiva do Espírito
Santo de Deus.
Oswaldo Pinho
terça-feira, 6 de outubro de 2015
EDIFICANDO PELA ÁRVORE ERRADA
Algumas coisas que estão escritas aqui foram transcritas do livro de Rick Joyner sobre este tema. Fiz de algumas palavras dele as minhas palavras acreditando plenamente nelas.
Deixo claro mais uma vez que o meu propósito neste espaço é compartilhar coisas que Deus tem falado ao meu coração (através daquilo que leio, escuto e medito).
“No mundo todo havia apenas uma língua, um só modo de falar,
saindo os homens do Oriente, encontraram uma planície em Linear e ali se
fixaram. Disseram uns aos outros: “Vamos fazer tijolos e queimá-los bem.”
Usavam tijolos em lugar de pedras, e piche em vez de argamassa. Depois
disseram: “Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim
nosso nome será famoso e não seremos espalhados pela face da terra. (Gn.
11:1-4)
O Senhor nos criou por prazer, para nos relacionarmos com Ele
e cultuá-lo. Todavia, o fruto da Árvore do Conhecimento nos tornou quase
completamente voltados para nós mesmos. Sendo assim, agora o único intento do
ser humano é de servir a si mesmo, um esforço que inevitavelmente resulta em
grande frustração e confusão.
Tão ridícula quanto parece a tentativa de construir uma torre
para o céu, é a necessidade que o homem tem até hoje de completar essa obra. O
homem até hoje está envolvido com algum tipo de “torre” que irá perpetuar o seu
nome, o seu trabalho, etc.
Precisamos entender que tudo que for motivado por qualquer
tipo de ambição egoísta, terá o mesmo fim da torre original.
Infelizmente a maior parte da igreja visível é uma outra
forma da torre original, uma tentativa do homem de alcançar os céus por suas
próprias obras.
Não importa quão boas, piedosas e espirituais pareçam nossas
obras, toda e qualquer obra que representa a tentativa de reunir o homem em
torno de qualquer coisa que não seja o Senhor Jesus tem uma origem na natureza
carnal do homem.
Não importa se é um prédio, um projeto, evangelismo ou
qualquer outra forma de verdade espiritual, se isto é somente uma tentativa de
reunir os homens e perpetuar as suas obras, isto resultará em confusão e
frustração.
Ser cristão não é somente entender certas doutrinas e
princípios espirituais, é ter a nossa vida em Cristo. Sendo assim, se toda a
verdade que vivemos e aplicamos a outros tiver a origem na única verdade
(Cristo), está verdade alcançou seu propósito. Todavia, se esta verdade é
baseada em nossas doutrinas, visões, formatos ou está contaminada por nosso
conhecimento do bem e do mal, ela é morta e tem a mesma origem da torre
original.
A maioria das denominações se originou com um movimento
genuíno do Espírito que comunicou a verdade, uma verdade que levaria a igreja
mais perto de Cristo. Porém, muitos em cima desta verdade começaram a construir
suas torres, o que resultou em muitas denominações e divisões. Precisamos
lembrar que há muitas igrejas “não denominacionais” que são partidárias de “construção
de suas próprias torres” quanto qualquer igreja denominacional.
Muitos abandonam fisicamente uma denominação e não conseguem
remover todas as barreiras que os separam do Senhor e dos irmãos os quais
devemos livremente amar e livremente servir.
A verdadeira unidade não está baseada em doutrina, visão, ou
qualquer outra forma criada pelo conhecimento humano. A verdadeira unidade só
pode estar fundamentada em Cristo.
“Porque ninguém pode colocar outro fundamento além do que
está posto, o qual é Jesus Cristo!” (1 Coríntios 3:11)
Quando entendermos que nenhum de nós pode estar em pé senão
pela graça de Deus, entenderemos que sempre que atacarmos ou criticarmos os
pecados ou erros dos outros com orgulho de que não somos daquela forma,
estaremos perpetuando o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Os homens de Babel, na verdade acreditavam que eles poderiam
alcançar o céu pelos seus próprios esforços. “Vamos construir, vamos fazer.”
A serpente tentou a Cristo e ainda tenta ao homem a seguir à sua
própria maneira e assim ser independente em toda a obra que está diante dele.
Esta inclinação à independência trouxe morte ao mundo e tem
sido sua força perpetuadora.
Esta atitude de ser capaz de alcançar individualmente a
perfeição pessoal está presente em toda religião e filosofia do mundo, exceto
no verdadeiro cristianismo, nos discípulos de Jesus.
A vitória de Jesus sobre satanás foi alcançada quando: “Não
tomou por usurpação o ser igual a Deus.” (Filipenses 2:6), mas humilhou-se a si
mesmo, ao invés disso, esperando que o Pai O exaltasse no momento certo.
Oswaldo Pinho
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
AINDA SOBRE AS DUAS ÁRVORES
Quando o homem comeu do fruto proibido ele colocou para dentro de si a semente envenenada deste fruto, sendo assim, o homem ficou sem opção, pois a partir daquele momento sua descendência estaria fadada a perpetuar está semente.
Deus pela sua graça e infinita misericórdia restabeleceu ao homem a opção da escolha. Através de Cristo (a semente da árvore da vida) é dado ao homem a oportunidade de comer do fruto certo e assim ter dentro de si outra semente para contrapor a semente envenenada.
Aqui começa a grande e verdadeira guerra espiritual; as duas sementes estão dentro do homem, e, este é o grande conflito (a escolha e decisão) entre estas duas sementes e isto têm assolado o ser humano até os nossos dias.
"Por isso digo: Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam. Mas, se vocês são guiados pelo Espírito (árvore da vida), não estão debaixo da Lei (árvore do conhecimento)." (Gálatas 5:16-18)
Estas sementes sempre estarão se confrontando dentro de nós para obter a soberania de nossas escolhas e decisões. Como no Éden está em nossas mãos decidirmos a que fruto comer.
Oswaldo Pinho
Deus pela sua graça e infinita misericórdia restabeleceu ao homem a opção da escolha. Através de Cristo (a semente da árvore da vida) é dado ao homem a oportunidade de comer do fruto certo e assim ter dentro de si outra semente para contrapor a semente envenenada.
Aqui começa a grande e verdadeira guerra espiritual; as duas sementes estão dentro do homem, e, este é o grande conflito (a escolha e decisão) entre estas duas sementes e isto têm assolado o ser humano até os nossos dias.
"Por isso digo: Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam. Mas, se vocês são guiados pelo Espírito (árvore da vida), não estão debaixo da Lei (árvore do conhecimento)." (Gálatas 5:16-18)
Estas sementes sempre estarão se confrontando dentro de nós para obter a soberania de nossas escolhas e decisões. Como no Éden está em nossas mãos decidirmos a que fruto comer.
Oswaldo Pinho
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
AINDA EXISTEM DUAS ÁRVORES DIANTE DE NÓS
"E o Senhor Deus fez brotar da terra toda árvore agradável à vista e boa para comida; e também a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal." (Gn. 2:9)
No Éden Deus colocou duas árvores diante do ser humano e até hoje estas árvores estão diante de nós. Através destas árvores Deus deu ao ser humano a capacidade e a liberdade de escolher e tomar decisões.
Quando Deus falou para o homem não comer da árvore do conhecimento, não era para tornar o homem sem liberdade, simplesmente Deus queria mostrar ao homem que aquela árvore tinha o fruto envenenado. Pois Deus não falou ao homem: "Se você comer desse fruto vou te matar"; Ele disse: "Se você comer desse fruto, este fruto vai te matar.".
O fruto desta árvore é a desobediência e a independência, coisas que tem levado o ser humano a morte (principalmente a morte espiritual). Pois no momento em que o homem comeu deste fruto tirou o foco de Deus e de seu propósito e colocou o foco nele mesmo (viu que estava nu) e nos outros.
Como Adão fez no Éden vivemos culpando a tudo e a todos pelas consequências de nossas escolhas e decisões, e isso tem trazido angustia e decepção para nossa vida.
Como no Éden Deus coloca dois caminhos (duas árvores) diante de nós e nos dá total liberdade para escolhermos que caminho seguir, pois não existe a possibilidade de pularmos fora da vida e não participarmos de nenhuma escolha ou decisão.
Quando Adão no Éden comeu do fruto da árvore do conhecimento colocou para dentro dele a semente daquele fruto, e, através disto se tornou escravo desta semente, pois o fruto desta árvore passou a ser parte da natureza do ser humano.
Então, de forma graciosa Deus coloca outra vez diante do homem a árvore da vida (Jesus, o Cristo) para que o homem tivesse a liberdade (em Cristo) de optar pela árvore certa.
"Assim sendo, se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres." (João 8:36)
Por isso gostaria para afeito de reflexão trazer aqui algumas lembranças:
Somos livres para escolhermos fazer a vontade de Deus (pela árvore da vida) ou fazermos a nossa vontade (pela árvore do conhecimento).
Somos livres para decidirmos por qual das árvores conduziremos nossa vida, nosso casamento, nossos filhos, nossos planos, nossos negócios, etc.
Somos livres para acreditarmos num Deus que vive num céu distante ou num Deus que habita em nós.
Somos livres para vivermos uma religião de certo ou errado (árvore do conhecimento) ou confessarmos que não temos a capacidade para escolhermos e tomarmos as decisões corretas em todas as questões da vida, e, assim, dependermos totalmente do Espírito Santo (árvore da vida)
Em outras palavras temos o Livre-Arbítrio que é a opção que o homem tem para decidir e escolher o que mais o convém.
Oswaldo Pinho
No Éden Deus colocou duas árvores diante do ser humano e até hoje estas árvores estão diante de nós. Através destas árvores Deus deu ao ser humano a capacidade e a liberdade de escolher e tomar decisões.
Quando Deus falou para o homem não comer da árvore do conhecimento, não era para tornar o homem sem liberdade, simplesmente Deus queria mostrar ao homem que aquela árvore tinha o fruto envenenado. Pois Deus não falou ao homem: "Se você comer desse fruto vou te matar"; Ele disse: "Se você comer desse fruto, este fruto vai te matar.".
O fruto desta árvore é a desobediência e a independência, coisas que tem levado o ser humano a morte (principalmente a morte espiritual). Pois no momento em que o homem comeu deste fruto tirou o foco de Deus e de seu propósito e colocou o foco nele mesmo (viu que estava nu) e nos outros.
Como Adão fez no Éden vivemos culpando a tudo e a todos pelas consequências de nossas escolhas e decisões, e isso tem trazido angustia e decepção para nossa vida.
Como no Éden Deus coloca dois caminhos (duas árvores) diante de nós e nos dá total liberdade para escolhermos que caminho seguir, pois não existe a possibilidade de pularmos fora da vida e não participarmos de nenhuma escolha ou decisão.
Quando Adão no Éden comeu do fruto da árvore do conhecimento colocou para dentro dele a semente daquele fruto, e, através disto se tornou escravo desta semente, pois o fruto desta árvore passou a ser parte da natureza do ser humano.
Então, de forma graciosa Deus coloca outra vez diante do homem a árvore da vida (Jesus, o Cristo) para que o homem tivesse a liberdade (em Cristo) de optar pela árvore certa.
"Assim sendo, se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres." (João 8:36)
Por isso gostaria para afeito de reflexão trazer aqui algumas lembranças:
Somos livres para escolhermos fazer a vontade de Deus (pela árvore da vida) ou fazermos a nossa vontade (pela árvore do conhecimento).
Somos livres para decidirmos por qual das árvores conduziremos nossa vida, nosso casamento, nossos filhos, nossos planos, nossos negócios, etc.
Somos livres para acreditarmos num Deus que vive num céu distante ou num Deus que habita em nós.
Somos livres para vivermos uma religião de certo ou errado (árvore do conhecimento) ou confessarmos que não temos a capacidade para escolhermos e tomarmos as decisões corretas em todas as questões da vida, e, assim, dependermos totalmente do Espírito Santo (árvore da vida)
Em outras palavras temos o Livre-Arbítrio que é a opção que o homem tem para decidir e escolher o que mais o convém.
Oswaldo Pinho
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